Pelo contrário, foi um ano de conquistas e grandes realizações. Foi um ano de revelações (ainda que algumas não tenham sido tão boas), um ano de mudanças profundas e sobretudo – um ano de escolhas. Escolher não é fácil, escolher compromete deixar para trás coisas e/ou pessoas que fazem parte de uma história e escolhas trazem consigo surpresas. A maior e melhor de todas é saber-me feliz e em paz comigo mesma, saber que fiz o meu melhor, que tentei enquanto pude e acreditei no amor, que não fui perfeita – mas inteira, que não fui “a” melhor profissional, esposa, mãe, filha, irmã, amiga, companheira… Mas dei de mim mesma o melhor que havia em minhas entranhas.
Valeu?
Claro que valeu – e muito.
E, com a alma lavada, depois deste banho de chuva, sinto-a ainda maior e reforço as palavras do mentor e poeta: Tudo vale a pena , quando a alma não é pequena.
